OLÁ FILÓSOFOS E FILÓSOFAS

Quando iniciamos um curso de Filosofia ou aulas de cunho filosófico, ouvimos a primeira pergunta "filosófica": "Para que serve a Filosofia?"
É a essa e várias outras perguntas que nesse nosso Blog perseguiremos. Não vamos dar respostas prontas, mas nos ajudaremos a encontrarmos nossas respostas!

Boa leitura, boa pesquisa!

quinta-feira, 26 de agosto de 2010

Mês da BÍBLIA

1. A Sagrada Escritura

Se aproxima o mês de setembro dedicado a Sagrada Escritura, no dia 30 de Setembro a Igreja celebra a festa de São Jerônimo, grande conhecedor e estudioso da Bíblia e homenagem a ele, a igreja dedica o mês de Setembro ao conhecimento da Palavra de Deus, este ano com o estudo do livro de Jonas. Que o Senhor nos conceda a graça de ler, meditar, refletir e vivenciar sua Palavra e seus ensinamentos a exemplo do grande São Jerônimo. Assim Seja!

1.1. Como foi escrita a Bíblia?

A Bíblia foi escrita no compasso da vida do povo de Deus. Não foi escrita de uma só vez, por uma só pessoa, pouco sabemos de seus autores. O importante é saber que ela foi escrita para ajudar o povo a superar suas crises de fé, quando as coisas pareciam não ter solução.

1.2. Para quem foi escrita a Bíblia?

A Bíblia foi escrita, em primeiro lugar, para o povo de Israel. Contudo, as comunidades dos discípulos de Jesus, desde o início, apropriaram-se também da Bíblia e fizeram dela o seu livro. É Justo dizer que a Bíblia foi escrita para nós.

1.3. Como ler a Bíblia?

A Bíblia não é como romance que se lê do princípio ao fim, de um só fôlego. Ela é Palavra de Deus, e como Tal, ela nos questiona e exige de nós mudança de vida e compromisso com o Reino. É preciso, pois, escolher um método de leitura adequada para este fim.

1.4. Quantos livros tem a Sagrada Escritura?

A Bíblia Católica é composta por 72 livros. São 45 do Antigo Testamento e 27 livros do Novo Testamento. O Novo testamento é composto pelos quatro evangelhos, 01 Atos dos Apóstolos, 13 Cartas Paulinas, 01 Carta aos Hebreus, 07 Cartas Católicas e o Apocalipse de São João.

Escrito po Pe. Cosme José.

Por que a Igreja é "hipócrita"?


Talvez você também já tenha se feito esta pergunta. Muitos não a admite, mas dizer o contrário é sim inaceitável. Calma!

Primeiro vamos ver o sentido da palavra hipócrita aqui apresentado. Podemos dizer que ser hipócrita é ser falso, fingido, dizer ser algo que não é. Resumamos: ser hipócrita é um sinal que alguém é pecador.

Vejamos como ficou a pergunta inicial. Porque a Igreja é pecadora? Acredito não haver ninguém com objeção a essa pergunta. A conclusão ou constatação de que a Igreja é pecadora, nos mostra uma contradição: como pode uma Igreja ao mesmo tempo Santa e pecadora? Sobre a santidade da Igreja falaremos numa próxima oportunidade. Voltemos à questão.

Por que acontece tantos erros “na Igreja”? Ora, os erros são cometidos pelos membros da Igreja, que apesar de haver tantos “santos e santas”, homens e mulheres de excelente conduta e exemplo como membros como efetivos da Igreja, há também homens e mulheres de condutas nada corretas, os quais, muitas vezes, denigrem a imagem da instituição referida.

Mas a final, qual o homem que nunca errou e que nunca errará? A raiz da hipocrisia não é difícil de ser percebida, está na nossa incapacidade de sermos perfeitos.

Antes de perguntar porque a Igreja é hipócrita, a interrogação deve ser feita a nós mesmos. Porque as pessoas são hipócritas? Porque eu cometo tantos erros? Desta maneira nos daremos conta que por mais éticos e religiosos, ou mesmo “santos” que somos, seremos sempre incapazes de ser perfeitos.

Portanto, só nos resta um caminho, que é bíblico inclusive. Crescer o joio e o trigo juntos. Assim, a hipocrisia na Igreja, não é nada mais, que parte da nossa hipocrisia individual. Talvez os que a conduzem de forma mais direta tenham maior responsabilidade, mas em princípio, todo cristão batizado é Igreja.

Resta-nos, finalmente, o reconhecimento de que estamos todos no mesmo “barco”. Buscamos a honestidade, a bondade, a santidade... Mas nem sempre conseguimos. Ao invés de condenar os outros, ou mesmo a Igreja, devemos ter misericórdia e ser solidários para com o próximo, ajudá-lo a ser melhor. Por isso, nem sempre a Igreja condena, mas acolhe, e mesmo que ela condene, Deus jamais condenará, basta que aconteça o arrependimento e abertura ao perdão.

Do meu amigo: Renato Peixinho